sexta-feira, 24 de novembro de 2017

MURALHA FRIO, ATAQUE AÉREO E GOLAÇO DE VIZEU: COMO FLA CONSEGUIU VIRAR SOBRE O JUNIOR BARRANQUILLA

Aqueda de Diego Alves deixou o Maracanã atônito. Era um novo momento de desespero para os rubro-negros, que viram Muralha entrar em campo e sofrer um gol apenas 54 segundos depois. A primeira partida da semifinal da Copa Sul-Americana tinha novamente o goleiro como protagonista até uma virada espetacular. Com dois cruzamentos para a área, Juan, de cabeça, e Vizeu, com um golaço de perna direita, fizeram 2 a 1, no Maracanã, contra o Junior Barranquilla (veja os gols no vídeo acima).

Na próxima quinta-feira, em Barranquilla, o time de Reinaldo Rueda joga por qualquer empate. O placar de 1 a 0 para os colombianos elimina o Flamengo, pelo critério de gol fora de casa.
A virada parecia improvável até os 30 minutos do segundo tempo, mas o Flamengo mostrou desde o primeiro tempo que a solução poderia vir de cima. E foi assim. Com dois cruzamentos de Trauco, a virada saiu da cabeça de Juan e do pé direito de Vizeu.

Confira os destaques deste Flamengo 2 x 1 Junior Barranquilla:

A sina dos goleiros em 2017

Dia 16 de setembro, Thiago fraturou o punho esquerdo. Abriu caminho para a volta de Alex Muralha. Dia 23 de novembro, a suspeita é de nova fratura, agora do renomado goleiro Diego Alves. A saída do goleiro assustou o Maracanã. Sem aquecer, Muralha entrou completamente frio e não conseguiu cortar o cruzamento de González. O lance era difícil, mas era defensável o corte do lance que terminou em gol.

Se foi aplaudido antes de entrar, o apoio cessou na exata hora que Téo Gutiérrez marcou para o time de Barranquilla. Depois do gol, Muralha pouco tocou na bola. Fez duas defesas no primeiro tempo e uma, na segunda etapa, em chutaço de longe de Chará.

Juan, o melhor, e Réver, os mais perigosos do Fla

Se o 1 a 0 se manteve no placar, deve-se muito a Juan. O zagueiro teve mais uma noite feliz, com carrinhos precisos e antecipações. A volta de Réver foi de altos e baixos. No primeiro tempo, saiu com a bola nos pés de González. Mas foi importante para salvar contra-ataque dos colombianos. O capitão quase marcou de cabeça, em boa defesa de Vieira.

Mas o empate sairia da cabeça de Juan, em noite impecável. O jogador conseguiu se deslocar da marcação e colocar no canto direito do goleiro Vieira.

Diego e Éverton Ribeiro superados pela marcação

Contra um time forte fisicamente, que pressionava quem dominasse a bola, pouco fizeram Éverton Ribeiro e Diego. O camisa 10 em alguns momentos ainda trocou de posição com Mancuello - Éverton Ribeiro também evitou guardar posição -, mas não conseguiam superar os rivais conduzindo a bola, nem encontrar espaços pelo chão na defesa colombiana.

Peru x Colômbia: Trauco vira no fim

Era dura a vida de Trauco nesta quinta-feira à noite. Pelo seu lado atacava - e voltava com muita rapidez - Chará, um dos destaques deste bom time colombiano. No início, o peruano levou a melhor, conseguindo desarmes e cortes precisos. Mas Chará não cansava. No início da segunda etapa deixou Trauco no chão com um bonito toque por cima do peruano - o colombiano foi desarmado depois pelo seu compatriota Cuéllar.
Na parte ofensiva, Trauco conseguiu achar bom espaço para Mancuello, que fez bom primeiro tempo, mas depois produzia pouco até sair da sua canhota o cruzamento no escanteio para Juan, além do longo lançamento para a área, que Arão escorou para o golaço de Vizeu. Antes, irritara a torcida ao cruzar mal demais uma bola limpa na lateral.
Vinicius entra aos 7 min do segundo tempo; Paquetá, aos 22

Mancuello fez bom primeiro tempo. Foi do argentino uma das duas boas chances do Flamengo no primeiro tempo, quando acertou chutaço no ângulo, que enganou o Maracanã. A bola bateu na rede pelo lado de fora.
Rueda voltou do intervalo sem alterações e tirou o argentino logo com sete minutos. Vinicius tentou imprimir outro ritmo ao ataque. Escorou boa bola e chutou a gol, sem perigo, aos 18 minutos de segundo tempo. Paquetá substituiu Éverton Ribeiro aos 22 minutos da etapa final. Mostrou a raça habitual e mais ajudou no combate do que criou no jogo.
Vizeu perde um e faz um golaço

Nervoso com a desvantagem e com a saída repentina do seu goleiro, o Flamengo não conseguia ter calma para trocar passes. No primeiro tempo foram 12 cruzamentos para a área. Num deles, Pará deixou Vizeu em condições de marcar. A cabeçada saiu bonita, mas foi para fora.

Num lance de felicidade rara, o camisa 25 girou e fez um golaço, explodindo o Maracanã. A comemoração foi quase uma meia volta olímpica, com delírio e festa até o abraço no banco de reservas do Flamengo.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

ADEUS, SÉRIE B! INTER DEIXA PARA TRÁS MÁCULAS DE PIOR MANCHA DE SUA HISTÓRIA

Os colorados espalhados por todo o país e, em especial concentrados na Arena Barueri, explodiram de alegria nesta terça-feira com o empate em 0 a 0 do Inter contra o Oeste, pela 36ª rodada da Série B. E com motivos de sobra. Após sofrer ao longo de uma temporada atípica, consequência do primeiro rebaixamento da história do clube, enfim viram a equipe, agora sob o comando do interino Odair Hellmann, garantir matematicamente o retorno à elite nacional.

Com o empate, o Inter chegou aos 65 pontos na tabela, com margem de sete pontos ao quinto colocado, o Londrina, que não pode mais alcançá-lo nos dois jogos restantes. O acesso serve como um acerto de contas para a eternidade com a nação colorada, aliviada e com esperanças renovadas para 2018 na Série A, depois da pior mancha nos 108 anos do Colorado.

A volta à primeira divisão também põe fim a uma série de adversidades e agruras enfrentadas pelo Inter em 11 longos meses na Série B, como GloboEsporte.com lista abaixo:

Logística

Único grande na disputa da Série B em 2017, o Inter até tirou proveito – numa comparação com os demais – por sua estrutura e poder financeiro para arquitetar a logística. Mas também teve de despender recursos para contratar serviços de voos fretados para enfrentar os roteiros mais distantes na competição. A delegação colorada não escapou ainda de trajetos de ônibus, como no deslocamento a Criciúma e a Pelotas, e até nos locais mais distantes, como Caruaru e Lucas do Rio Verde, em Pernambuco e no Mato Grosso, respectivamente. Alguns dos hotéis reservados pelo clube nas cidades do interior também deixaram a desejar em termos de estrutura.
Gramados irregulares.

Em muitos dos jogos longe do Beira-Rio, o Inter também teve de enfrentar o gramado como fator de adversidade. Não raro, jogadores, comissão técnica e diretoria fizeram críticas ou menções a campos duros ou pesados. Em Lucas do Rio Verde, por exemplo, o calor fez com que dirigentes permanecessem fora do vestiário. No Lacerdão, em Caruaru, a quantidade de buracos chamou a atenção.
Desvalorização dos jogadores.

O rebaixamento e a disputa da Série B tem como efeito colateral bastante negativo a desvalorização de atletas com potencial de render boas vendas ao clube. Rodrigo Dourado é um dos jogadores que estava em alta, mas perdeu valor de mercado com a queda. Outros jovens e até aqueles mais tarimbados foram emprestados após perder espaço a clubes que seguem brigando para não cair na elite.
Menor visibilidade..

O Inter também viu sua marca ter menos exposição com a queda, algo natural numa comparação com a elite nacional. Ao longo do ano, o Colorado só teve seus jogos transmitidos para todo o país nos canais de televisão por assinatura, em faixas da programação distantes do horário nobre. Até mesmo o espaço em programas esportivos foi escasso, dadas as pautas do Brasileirão. No Rio Grande do Sul, porém, a equipe até teve mais jogos exibidos ao vivo, nos sábados.

Duelos com rivais de menor escalão.

Ao longo do ano, o Inter teve apenas sete confrontos com outros grandes times do futebol brasileiro – Fluminense, Grêmio, Corinthians (2x), Palmeiras (2x) e Atlético-MG. Os embates com rivais de menor escalão, claro, são menos atraentes aos torcedores e até aos jogadores. Mas também apresentaram um fator de dificuldade à equipe. Ao longo do ano, não foram raros os tropeços atrelados por jogadores e comissão técnica a adversários que atuaram muito fechados, sem dar uma brecha sequer às investidas coloradas.
Renda

Com ingressos mais populares, o Inter também viu sua receita com bilheterias cair ao longo do ano. Em 2016, o clube arrecadou R$ 18.844.976 em 34 jogos, com uma média de 20.372 torcedores pagantes e R$ 554.264 por partida. Na temporada atual, os torcedores renderam R$ 16.772.025em 33 jogos, com uma média de 19.711 torcedores e de R$ 506.728 de renda por partida, de acordo com levantamento do GloboEsporte.com

A comparação com rivais da elite deixa o contraste ainda mais evidente. Os outros dois rivais que têm média de público na casa dos 19 mil, Flamengo e Cruzeiro, têm rendas de R$ 45.785.158 e R$ 24.156.354, respectivamente, na temporada.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

MCGREGOR ESTÁ FORA DO UFC 219 APÓS CONFUSÃO NO BELLATOR, RELATA DIRIGENTE

Mike Mazzulli, presidente da Associação de Comissões de Boxe, relata conversas com diretores do Ultimate e garante que irlandês estaria no card de 30 de dezembro, e agora não estará mais.

A situação de Conor McGregor no UFC ficou complicada depois do que o lutador fez no último sábado em Dublin, durante evento do Bellator. Após pular no cage e empurrar o árbitro Marc Goddard, além de dar um tapa num dos comissários, Conor pode ter perdido seu lugar no UFC 219, agendado para o dia 30 de dezembro, em Las Vegas. Quem deu a informação foi o presidente da Associação de Comissões de Boxe, Mike Mazzulli.

- A conclusão é que ele (McGregor) não é profissional, é desrespeitoso, e isso não é aceitável aos meus olhos em qualquer situação. Não me importo se alguém tiver que sair de uma luta, não fazemos isso enquanto profissionais. O Sr. McGregor não é maior do que o MMA. Diretores do UFC me contatam cerca de duas horas depois do que ocorreu que aquilo é completamente inaceitável, e eles farão alguma coisa. Eles me informaram também que ele deveria estar no card de 30 de dezembro, e não estará com ele - relatou Mazzulli no programa “The MMA Hour”.

A presença de Conor McGregor no UFC 219 ainda era apenas especulada. Rumores davam conta de que ele lutaria pela unificação do título dos leves com o campeão interino Tony Ferguson. A última vez em que esteve no octógono do Ultimate foi em novembro do ano passado, quando foi campeão diante de Eddie Alvarez.

IMPRENSA ITALIANA SE DESESPERA COM AUSÊNCIA DA AZZURRA NA COPA: "APOCALIPSE"

Principal jornal esportivo da Itália, a "Gazzetta dello Sport" deu o tom da queda da Azzurra diante da Suécia nesta segunda-feira: "Apocalipse". Após o empate por 0 a 0 e a não classificação dos italianos para a Copa do Mundo, a imprensa do país não mediu palavras para criticar a equipe de Giampiero Ventura, que, depois de 60 anos, não disputará um Mundial.
O "Tuttosport" classificou o empate com a Suécia como "maldito". A publicação ainda destaca o choro de Buffon após o tropeço da seleção italiana e o pedido de desculpa do goleiro por conta da campanha que deixou a Itália fora da Copa do Mundo de 2018.
Outra importante publicação esportiva italiana, o "Corrierre dello Sport" deixou a seguinte manchete em sua edição online: "Itália fora do Mundial". O "Corriere della Sera" demonstrou toda sua indignação com a situação da seleção italiana: "Estamos fora da Copa do Mundo", "Ventura: demissão iminente", "A catástrofe em sete pontos", e "Azzurra em lágrimas" foram alguns dos destaques da publicação.


sábado, 11 de novembro de 2017

COM GOL NOS ACRÉSCIMOS, LONDRINA VENCE E REBAIXA O NÁUTICO PARA A SÉRIE C DO BRASILEIRO

LONDRINA VIVO, NÁUTICO REBAIXADO

O gol de Germano, aos 46 minutos do segundo tempo, rebaixou o Náutico para a Série C do Brasileiro e manteve o Londrina vivo na disputa pelo acesso à Série A. Em um jogo marcado por várias oportunidades, o Tubarão foi mais efetivo e conseguiu a vitória por 2 a 1, na Arena Pernambuco. Carlos Henrique, no primeiro tempo, abriu o placar para o Londrina. Aislan, em bela cobrança de falta, deixou tudo igual no começo da segunda etapa. Quando o jogo caminhava para o fim, Artur sofreu pênalti, e Germano fechou o placar, para tristeza do Timbu e esperança do Tubarão.

PRIMEIRO TEMPO

Mesmo com o ânimo abalado pela má campanha e pela iminência do rebaixamento, o Náutico lutou durante o jogo. E criou mais chances que o Londrina na primeira etapa. O problema foi a falta de pontaria. O atacante William Batoré, principalmente, desperdiçou algumas boas chances e parou várias vezes no goleiro César. Sem tanta inspiração, o Londrina também chegou. E foi mais eficiente. Na primeira, acertou a trave direita de Jefferson. Na segunda, Carlos Henrique não perdoou e colocou os visitantes na frente.

SEGUNDO TEMPO

Na segunda etapa, Roberto Fernandes mexeu no Náutico. Colocou Bruno Mota no lugar de William e Gerônimo na de Cal Rodrigues. Deu certo. O Náutico melhorou, teve mais posse de bola e começou a incomodar o Londrina. Com cinco minutos, Aislan bateu falta com muita categoria e empatou. O Timbu seguiu melhor em campo, pressionou e perdeu boas chances, parando no goleiro César e na má pontaria. No fim, quando o jogo caminhava para o empate, Artur arrancou em contra-ataque e foi derrubado na área. Germano cobrou, aos 46, e garantiu a vitória do Tubarão.

COMO FICA

O Londrina sobe para a sexta posição, com 55 pontos, quatro abaixo do G-4. O Náutico, penúltimo colocado com 31 pontos, não consegue mais escapar do rebaixamento. Faltando três rodadas, o Timbu está a nove pontos do Guarani (16º, que fecha a rodada contra o CRB). Porém, como o Bugre encara o Luverdense (17º) na penúltima rodada, o time pernambucano está rebaixado matematicamente.

DEZ ANOS DEPOIS, SANTA CRUZ REPETE ROTEIRO E É REBAIXADO PARA A SÉRIE C

Tricolor voltará a jogar a Série C no próximo ano e finaliza ano frustrante sem títulos e muito longe do tão sonhado - e falado - retorno para a Série A do Campeonato Brasileiro.

Nos seus 103 anos de vida, o Santa Cruz talvez nunca tenha vivido uma crise tão grande quanto a que se iniciou na segunda metade dos anos 2000. Mais precisamente em 2007, quando caiu da Série B do Campeonato Brasileiro para a Série C e depois ainda foi parar na Série D. Passado o calvário, o Tricolor jogou a Série A no ano passado, mas aos poucos parece repetir o passado. Rebaixado para a Série B logo de cara, acaba de confirmar a segunda queda seguida, desta vez novamente para a Série C e justamente dez anos depois da primeira.

Agonizando na Série B desde a sua metade, o Santa Cruz já vinha preparando a queda há algum tempo e ela aconteceu neste sábado, em Varginha, na derrota por XxX para o Boa Esporte. A queda se deu neste sábado também por conta da vitória do Guarani sobre o CRB. Uma simples vitória dos tricolores adiaria o rebaixamento pelo menos em mais uma rodada.

A queda do Santa Cruz é ainda mais dolorosa por conta dos objetivos do clube. Quando caiu da Série A no ano passado, o discurso era para conseguir a volta já nesta temporada. Isso foi repetido até pelo menos o fim do primeiro turno, quando consideravam o acesso viável.

A queda, no entanto, começou a ser escrita desde o começo da Série B. O técnico Vinícius Eutrópio, que começou a trabalhar em janeiro no clube, já entrou no campeonato nacional bastante contestado por não ter sequer chegado nas finais do Campeonato Pernambucano e da Copa do Nordeste. Ele foi demitido apenas na sexta rodada e a crise financeira, que já era clara, ficou ainda mais evidenciada.
Quando demitiu Eutrópio, o Santa devia dois meses de salários aos jogadores e ao tentar contratar outro treinador, ouviu de um deles que não aceitaria justamente por conta disso. A dica ouvida para manter Adriano Teixeira, ex-zagueiro e auxiliar da casa, foi colocada em prática, mas a equipe continuou a despencar na tabela.
Apegado ao passado, o clube foi em busca de Givanildo Oliveira, que chegou com fama de "Rei do Acesso" e ainda falando em recolocar o Santa Cruz na Série A. No entanto, ele esteve longe de atingir o objetivo e chegou a ficar sete jogos seguidos sem vencer até ser demitido.
Já com um discurso diferente - enfim falando em livrar o time do rebaixamento -, Marcelo Martelotte chegou em setembro com uma difícil missão. Fazer o time voltar a jogar um bom futebol e acalmar os ânimos nos bastidores por conta dos constantes atrasos salariais. Num primeiro momento, os objetivos até foram atingidos, mas durou pouco tempo e o Santa voltou a ser presa fácil para os seus adversários.
Na semana passada, já com o rebaixamento em iminência, a maior crise interna do ano se instalou no clube. Os jogadores ameaçaram parar de treinar e nem jogar as últimas rodadas caso parte dos salários não fossem pagos. Os jogadores deram um prazo até a próxima segunda-feira ao presidente Alírio Moraes e os diretores e prometem, a partir daí, parar de forma definitiva.

CORINTHIANS VENCE O AVAÍ NA ARENA E FICA MAIS PERTO DO TÍTULO DO BRASILEIRÃO

O HEPTA VEM AÍ!

O Corinthians venceu o Avaí por 1 a 0 na noite deste sábado, na Arena, e se aproximou ainda mais do título brasileiro – que pode ser definido na próxima quarta-feira (veja como abaixo). Antes do complemento da 34ª rodada, o líder Timão tem 11 pontos de vantagem para o Grêmio, atual vice. O Leão perdeu a chance de sair da zona de rebaixamento – veja aqui a tabela. No fim do jogo, a Fiel gritou "é campeão!".

CONTAS PARA O TÍTULO

O Corinthians pode ser campeão na próxima rodada, com três de antecedência. Para isso, é preciso:

- Vencer o Fluminense na quarta-feira, também na Arena;
- Torcer para que o Grêmio não some seis pontos contra Vitória (domingo, em Caxias do Sul) e São Paulo (quarta, em Porto Alegre)

NUNCA CRITIQUEI

A torcida costuma pegar no pé de Kazim, mas foi ele que decidiu a partida. Aos 3 minutos do segundo tempo, o atacante fez de peito o terceiro gol dele no ano, o primeiro no Brasileirão (assista abaixo). O inglês naturalizado turco tinha sido titular pela última vez no empate em 1 a 1 com o Cruzeiro, no Mineirão, pela 26ª rodada.